Abimaq promove workshop sobre mineração inteligente em Parauapebas

Parauapebas, no sudeste do Pará, volta ao centro das discussões estratégicas do setor mineral brasileiro. No dia 15 de abril de 2026, o município sediará o workshop “Mineração Inteligente – Eficiência, Oportunidades e Sustentabilidade”, iniciativa da ABIMAQ por meio de sua Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Cimento e Mineração.

A escolha da cidade não é simbólica. Trata-se de uma das principais fronteiras minerais do país, com presença de operações de grande porte e ambiente propício à incorporação de novas tecnologias.

O debate sobre mineração inteligente já não se limita à automação isolada de processos. Hoje envolve integração de dados, monitoramento em tempo real, eficiência energética, redução de custos e aumento da segurança operacional.

O workshop propõe aproximar quem desenvolve tecnologia no Brasil de quem aplica essas soluções nas frentes de lavra e nas plantas de beneficiamento.

Segundo a organização, a proposta é criar conexões concretas entre indústria fornecedora e operações minerais, fortalecendo a cadeia produtiva regional.

O estado ocupa posição estratégica na produção nacional, concentrando operações relevantes de empresas como Vale, BHP e Belo Sun Mining, entre outras.

Esse protagonismo regional torna o Pará ambiente ideal para discussões sobre: Eficiência operacional; Cadeias de suprimento; Inovação aplicada; Desenvolvimento sustentável. A realização do encontro em Parauapebas sinaliza a importância de descentralizar debates que tradicionalmente ocorrem nos grandes centros industriais.

Além dos painéis técnicos, o evento contará com área de exposição de soluções industriais e espaço estruturado para networking, reunindo executivos, engenheiros e gestores técnicos. A expectativa é reunir cerca de 100 participantes, consolidando o workshop como plataforma de integração entre indústria e mineração na região.

Mais do que um encontro técnico, o evento ocorre em momento decisivo: com pressões por eficiência, redução de custos e sustentabilidade, a adoção de tecnologias nacionais pode se tornar vetor estratégico para aumentar a competitividade da mineração brasileira.

Fonte: Brasil 61

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